Adalberto Costa Júnior defende maior apoio institucional às mães angolanas

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu, este Domingo, a necessidade de se construir em Angola uma sociedade onde a família deixe de ser “sinónimo de sofrimento crónico” e passe a ser um espaço de segurança e realização.

Numa mensagem por ocasião do Dia da Mãe, assinalado hoje, o político sublinhou que a responsabilidade maior recai sobre os agentes políticos, a quem compete a elaboração de leis e a gestão de orçamentos que dignifiquem o papel da mulher na sociedade.

Adalberto Costa Júnior rendeu homenagem às mães angolanas, do campo à cidade, descrevendo-as como o “esteio que não treme” e o pilar fundamental onde a estrutura social encontra o seu fundamento.

O líder do maior partido na oposição recordou, com particular emoção, as lições recebidas na sua terra natal, Tchindjenje, destacando o exemplo de resiliência das mulheres que, mesmo em situações de escassez, cultivam a dignidade e o amor à pátria.

“A realidade da mãe angolana não é uma abstracção política, é convicção e história”, referiu o político, apontando o sacrifício daquelas que exercem o papel de pai e mãe simultaneamente, garantindo o sustento dos lares sem redes de apoio.

Na sua missiva, Adalberto Costa Júnior reafirmou o compromisso de continuar a lutar por mudanças concretas na vida das cidadãs, referindo que o combate político só faz sentido se resultar na melhoria das condições de vida das famílias.

“Não descansaremos enquanto a mãe angolana tiver de escolher entre alimentar o filho e comprar o medicamento”, asseverou, concluindo que uma pátria sem mães fortalecidas é comparável a uma “casa sem alicerces”.

Licença: Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional (CC BY 4.0)
Os conteúdos editoriais abrangidos por esta política podem ser republicados gratuitamente, desde que sejam respeitadas as condições de atribuição.

Artigos Relacionados